Dilma foi cirúrgica e sua fala permanece atual, e nas eleições deste ano, o perigo é real e tem rosto.
O golpe de 1964 interrompeu liberdades, perseguiu opositores, censurou vozes e deixou marcas profundas na história brasileira. Décadas depois, os ecos desse passado ainda aparecem no debate público, alimentando discursos autoritários e ataques às instituições democráticas.
Quando esquecemos a história, abrimos espaço para que os mesmos erros retornem sob novas formas.
Democracia, direitos humanos e participação popular são conquistas que exigem vigilância permanente. O futuro de um país depende também da sua capacidade de lembrar.
