Economia brasileira em 2025 em uma palavra: sucesso!
Analisar o contexto econômico de um país pode ser feito de diversas formas, com premissas variadas e avaliações múltiplas.
Esta complexidade é explicada pelos diversos enfoques econômicos existentes a partir de diversas visões de mundo, arcabouços ideológicos e metodologias de análise concebidas ao longo do tempo e modificadas com o passar do tempo. Elas se corporificam em teorias econômicas que procuram se tornar síntese. Estas sínteses são muitas vezes genuínas, muitas vezes complementares, mas muitas vezes diametralmente opostas entre si.
Para complexificar a análise, economia é ciência social, ciência que estuda os fenômenos da produção, do consumo, do comércio, do desenvolvimento, da distribuição da renda e da riqueza e tantos outros aspectos, portanto não é uma ciência de neutralidades. É uma ciência engajada que estuda interesses: de classes sociais, de agentes econômicos, de grupos de pressão, de agrupamentos políticos e sociais, organizados ou desorganizados.
No caso do Brasil, uma república federativa, com três níveis de governo, um estado democrático de direito, organizado com três poderes, permeado por grupos de pressão organizados em partidos políticos, entidades associativas, movimentos sociais e outros, a análise da economia não pode abstrair destes canalizadores de interesses.
A economia além de não ser uma ciência neutra ainda é gerida por governos compostos por forças políticas que tem visões de mundo diversas e compromissos firmados com seus apoiadores. Nos regimes democráticos com alternância de poder isto gera mudanças enormes a cada período de governo.
As políticas econômicas (gênero) são segmentadas em políticas específicas (espécies), exercidas com o uso de ferramentas próprias: política monetária (que trata da moeda, seu preço e suas oscilações, a inflação); política cambial (que trata do preço da moeda nacional vis a vis as outras moedas, o câmbio); política comercial (que trata das transações com o resto do planeta); política industrial (que trata das condições criadas para potencializar a indústria); política para o campo (idem, para a agricultura, pecuária, aquicultura, etc.); etc.
Para simplificar a análise é usual se escolher indicadores que medem as consequências das ações de política econômica, comparando a evolução ao longo do tempo e com outros países, se tornando sínteses de performances: taxa de crescimento; taxa de inflação; taxa de investimento; taxa de câmbio; taxa de emprego e desemprego; etc.
Partindo desta premissa básica, da complexidade da análise, escolho fazer uma avaliação a partir dos propósitos do atual governo.
Neste quarto mandato do presidente Lula, militante do PT – Partido dos Trabalhadores, os propósitos de política econômica levam em consideração a visão de mundo de seus líderes, os compromissos formados com seus apoiadores e o uso das ferramentas de política econômica para alcançar seus objetivos.
Sendo assim, todos, repito, todos os indicadores usuais, medidos por entidades públicas e privadas, comparado com períodos anteriores, tem demonstrado que há sucesso em 2025.
Cito algumas: taxa de desemprego baixa, inflação sob controle, taxa de crescimento econômico positiva, balança comercial superavitária, dentre outras.
Um comentário de conjuntura ajuda a demonstrar o sucesso da política econômica no Brasil: o governo americano determinou a aplicação de tarifas de importação que penalizou o Brasil e tantos outros países. O governo brasileiro reagiu e por isto os indicadores econômicos brasileiros não pioraram significativamente.
A síntese, portanto, da análise de todos os indicadores da economia brasileira para 2025 pode ser dita em uma única palavra: sucesso!
Vamos adiante, lutando !
Rodrigo Botelho Campos – economista

Sim, um sucesso!
Precisamos de responsabilidade com a informação e com a informação econômica então, nem se fala. É preciso dizer que os índices são uma coletânea de fatores definida mundialmente. E o Brasil de Lula, esquerda por fundamentos outros tbm definidos mundialmente, em 2025 fez uma trajetória econômica icônica com Haddad no comando.