Lula faltou com a Venezuela, será que vai faltar com Cuba?
Muitos acontecimento seriam diferentes se o Brasil não tivesse vetado a entrada da Venezuela nos BRICS, inclusive com a Rússia já tendo apoiado, por mera pachorra do Celso Amorim.
O ato terrorista dos EUA sequestrando Nicolás Maduro, um chefe de Estado, nas barbas de Lula, líder continental, mostrou sua tibieza ante a Trump.
E Maduro continua sequestrado e o silêncio se faz.
Paralelo a outros atos belicosos e demonstrações neonazifascistas, Trump asfixia Cuba, como os nazistas alemães asfixiaram judeus e comunistas nas câmara de gás.
O Brasil claudica na defesa à Cuba e vai deixar acontecer em vez de proagir já.
O que os Estados Unidos da América do Norte estão fazendo com a ilha socialista equivale a um genocídio homeopático, terrorista e mortífero.
Se um doente precisa de uma maca e se oferece um analgésico, é mero paliativo, é o que o governo brasileiro está fazendo ao enviar apenas remédios e alimentos, quando a necessidade é de combustível, é como colocar band-aid numa ferida infecionada. Tudo bem que antes isto do que nada.
Lula é hoje reconhecido como um líder internacional e vem atuando com perspicácia na conciliação dos interesses geopolíticos, contudo, como líder da América Latina está deixando a desejar, enquanto a sua homóloga do México, dá exemplos de coragem e altiva e ativa solidariedade efetiva.
O petróleo de Cuba era proveniente principalmente da Venezuela, como está sob domínio estadunidense, a fonte está impedida de fornecer.
Viva México! Salve Claudia Sheinbaum.
Pela unidade latino-americana!
Lema cubano Pátria ou Morte com a nossa solidariedade à Cuba.
Aqueles jovens barbudos que libertaram Cuba do bordel norte-americano que era, sob uma ditadura cruel de um sargento sabujo, Fulgêncio Batista, e com foram inspiração na década de 60 para a juventude revolucionária internacional, que Camilo Cienfuegos, Che Guevara e os irmãos Castro – Raul e Fidel, sejam reverenciados na efetiva solidariedade ao heroico socialismo cubano, exemplo de resistência de seis décadas ao cinturão de boicote comandado pelos yankees estadunidenses.
Francisco Celso Calmon
15/02/26
