Quem quiser que acredite.
O advogado Kevin de Carvalho Marques, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal Kassio Nunes Marques, está no centro de uma das maiores repercussões recentes no meio jurídico e político do país. Com apenas um ano de inscrição na OAB, ele afirma ter atendido mais de 500 clientes e atuado em mais de 1.000 processos, números que lhe renderam o apelido de “menino prodígio do Direito”.
A rápida ascensão profissional, considerada incomum para advogados em início de carreira, passou a ser ainda mais debatida após a divulgação de movimentações financeiras envolvendo grandes empresas.
Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontam que uma consultoria tributária recebeu cerca de R$ 18 milhões em repasses do Banco Master e da JBS entre 2024 e 2025.
Segundo os dados, essa mesma empresa teria realizado pagamentos ao advogado, o que levantou questionamentos sobre a natureza dos serviços prestados e a compatibilidade dos valores com o tempo de atuação profissional.
Ascensão meteórica levanta questionamentos
A combinação entre:
alto número de clientes e processos
atuação recente na advocacia
movimentações financeiras expressivas
Colocou o jovem advogado sob os holofotes. Para alguns, trata-se de um caso raro de talento precoce — justificando o rótulo de “prodígio”. Para outros, os números exigem maior transparência e investigação.
A defesa de Kevin afirma que:
Todos os valores recebidos são legais
Os serviços foram prestados à consultoria, não diretamente às empresas
Não há qualquer irregularidade ou conflito de interesse
O advogado tem apenas 1 ano de OAB, está sendo chamado no meio advocatício de “menino prodígio do Direito”.
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