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Um psicopata da extrema-direita fascista.

Henning Albert Boilesen era dinamarquês naturalizado brasileiro. Presidente do Grupo Ultragás, era um dos empresários mais ricos de São Paulo. Era também, segundo a denúncia da resistência armada, um dos organizadores do financiamento empresarial para a Operação Bandeirante (OBAN), o primeiro centro de tortura da ditadura militar.

Na tarde de 15 de abril de 1971, Boilesen saiu do almoço dirigindo seu Ford Galaxie pela Alameda Casa Branca, no Jardim Paulista. Dois Volkswagen Fuscas pararam na frente dele. Guerrilheiros da ALN e do Movimento Revolucionário Tiradentes saíram armados.

Boilesen tentou escapar pelo lado oposto. Correu pela rua. Foi alcançado. Levou dezenove tiros. O último foi dado por Carlos Eugênio Paz, conhecido como Clemente.

Em 2009, o documentário Cidadão Boilesen contou a história do empresário que pagava a tortura no Brasil.

Via Certu.

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Francisco Celso Calmon

Francisco Celso Calmon, Analista de TI, administrador, advogado, autor dos livros Sequestro Moral – E o PT com isso?, Combates Pela Democracia, 60 anos do golpe: gerações em luta, Memórias e fantasias de um combatente; coautor em Resistência ao Golpe de 2016 e em Uma Sentença Anunciada – o Processo Lula. Coordenador do canal Pororoca e um dos organizadores da RBMVJ.

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