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URGENTE!

A decisão da ONU de reconhecer o tráfico de africanos escravizados como o crime mais grave contra a humanidade é um marco histórico na preservação da memória, da verdade e da justiça.

Causa profunda indignação que países como Estados Unidos, Israel e Argentina tenham votado contra essa resolução, enquanto Reino Unido, Espanha e Portugal optaram pela abstenção.

Não há espaço para omissão diante de um dos capítulos mais brutais da história da humanidade. Reconhecer esse crime é um dever moral, histórico e civilizatório.

A reparação da dignidade do povo negro passa pelo reconhecimento pleno das violências sofridas e pela rejeição de qualquer tentativa de apagar ou relativizar esse passado.

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