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Aqueles que não conseguem lembrar o passado, estão condenados a repeti-lo

Quando a violência do Estado invade uma universidade, não é apenas um ataque aos estudantes: é um ataque à memória, ao pensamento crítico e ao direito de sonhar com um país mais justo.

A repressão contra os estudantes da Universidade de São Paulo nos obriga a lembrar que esquecer o passado é abrir caminho para que seus erros sejam repetidos. A história do Brasil já mostrou o que acontece quando a força tenta silenciar a educação, o debate e a organização popular.

A universidade sempre foi espaço de resistência. É nela que nascem perguntas incômodas, projetos coletivos e lutas por inclusão, dignidade e direitos para as minorias historicamente marginalizadas. Atacar estudantes é atacar a possibilidade de transformação social.

A educação é uma das maiores formas de resistência que existem. E a memória é a força que impede que a violência se normalize outra vez.

Nossa solidariedade aos estudantes agredidos, perseguidos e criminalizados por lutarem por um futuro mais democrático, inclusivo e humano. Nenhuma sociedade avança quando responde com armas àqueles que carregam livros, ideias e esperança.

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